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sexta-feira, 29 de outubro de 2010

Visita "Ad Limina Apostolorum dos bispos do Brasil (Regional Nordeste V), 28.10.2010



“Faltando três dias para a votação do segundo turno, o acalorado debate eleitoral ganhou um interlocutor de peso: o Papa Bento XVI.”
(Padre Paulo Ricardo de Azevedo Júnior)

VISITA "AD LIMINA APOSTOLORUM" DEGLI ECC. MI PRESULI DELLA CONFERENZA EPISCOPALE DEL BRASILE (REGIONE NORDESTE V) , 28.10.2010



VISITA "AD LIMINA APOSTOLORUM" DEGLI ECC. MI PRESULI DELLA CONFERENZA EPISCOPALE DEL BRASILE (REGIONE NORDESTE V)
Alle ore 11 di questa mattina, il Santo Padre Benedetto XVI incontra i Vescovi della Conferenza Episcopale del Brasile (Regione NORDESTE V), in occasione della Visita "ad Limina Apostolorum".
Pubblichiamo di seguito il discorso che il Papa rivolge loro:

·  DISCORSO DEL SANTO PADRE 
Amados Irmãos no Episcopado,

«Para vós, graça e paz da parte de Deus, nosso Pai, e do Senhor Jesus Cristo» (2 Cor 1, 2). Desejo antes de mais nada agradecer a Deus pelo vosso zelo e dedicação a Cristo e à sua Igreja que cresce no Regional Nordeste 5. Lendo os vossos relatórios, pude dar-me conta dos problemas de caráter religioso e pastoral, além de humano e social, com que deveis medir-vos diariamente. O quadro geral tem as suas sombras, mas tem também sinais de esperança, como Dom Xavier Gilles acaba de referir na saudação que me dirigiu, dando livre curso aos sentimentos de todos vós e do vosso povo.

Como sabeis, nos sucessivos encontros com os diversos Regionais da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, tenho sublinhado diferentes âmbitos e respectivos agentes do multiforme serviço evangelizador e pastoral da Igreja na vossa grande Nação; hoje, gostaria de falar-vos de como a Igreja, na sua missão de fecundar e fermentar a sociedade humana com o Evangelho, ensina ao homem a sua dignidade de filho de Deus e a sua vocação à união com todos os homens, das quais decorrem as exigências da justiça e da paz social, conforme à sabedoria divina.

Entretanto, o dever imediato de trabalhar por uma ordem social justa é próprio dos fiéis leigos, que, como cidadãos livres e responsáveis, se empenham em contribuir para a reta configuração da vida social, no respeito da sua legítima autonomia e da ordem moral natural (cf. Deus caritas est, 29). O vosso dever como Bispos junto com o vosso clero é mediato, enquanto vos compete contribuir para a purificação da razão e o despertar das forças morais necessárias para a construção de uma sociedade justa e fraterna. Quando, porém, os direitos fundamentais da pessoa ou a salvação das almas o exigirem, os pastores têm o grave dever de emitir um juízo moral, mesmo em matérias políticas (cf. GS, 76).

Ao formular esses juízos, os pastores devem levar em conta o valor absoluto daqueles preceitos morais negativos que declaram moralmente inaceitável a escolha de uma determinada ação intrinsecamente má e incompatível com a dignidade da pessoa; tal escolha não pode ser resgatada pela bondade de qualquer fim, intenção, conseqüência ou circunstância. Portanto, seria totalmente falsa e ilusória qualquer defesa dos direitos humanos políticos, econômicos e sociais que não compreendesse a enérgica defesa do direito à vida desde a concepção até à morte natural (cf. Christifideles laici, 38). Além disso no quadro do empenho pelos mais fracos e os mais indefesos, quem é mais inerme que um nascituro ou um doente em estado vegetativo ou terminal? Quando os projetos políticos contemplam, aberta ou veladamente, a descriminalização do aborto ou da eutanásia, o ideal democrático – que só é verdadeiramente tal quando reconhece e tutela a dignidade de toda a pessoa humana – é atraiçoado nas suas bases (cf. Evangelium vitæ, 74). Portanto, caros Irmãos no episcopado, ao defender a vida «não devemos temer a oposição e a impopularidade, recusando qualquer compromisso e ambigüidade que nos conformem com a mentalidade deste mundo» (ibidem, 82).

Além disso, para melhor ajudar os leigos a viverem o seu empenho cristão e sócio-político de um modo unitário e coerente, é «necessária — como vos disse em Aparecida — uma catequese social e uma adequada formação na doutrina social da Igreja, sendo muito útil para isso o "Compêndio da Doutrina Social da Igreja"» (Discurso inaugural da V Conferência Geral do Episcopado Latino-Americano e do Caribe, 3). Isto significa também que em determinadas ocasiões, os pastores devem mesmo lembrar a todos os cidadãos o direito, que é também um dever, de usar livremente o próprio voto para a promoção do bem comum (cf. GS, 75).
Neste ponto, política e fé se tocam. A fé tem, sem dúvida, a sua natureza específica de encontro com o Deus vivo que abre novos horizontes muito para além do âmbito próprio da razão. «Com efeito, sem a correção oferecida pela religião até a razão pode tornar-se vítima de ambigüidades, como acontece quando ela é manipulada pela ideologia, ou então aplicada de uma maneira parcial, sem ter em consideração plenamente a dignidade da pessoa humana» (Viagem Apostólica ao Reino Unido, Encontro com as autoridades civis, 17-IX-2010).

Só respeitando, promovendo e ensinando incansavelmente a natureza transcendente da pessoa humana é que uma sociedade pode ser construída. Assim, Deus deve «encontrar lugar também na esfera pública, nomeadamente nas dimensões cultural, social, econômica e particularmente política» (Caritas in veritate, 56). Por isso, amados Irmãos, uno a minha voz à vossa num vivo apelo a favor da educação religiosa, e mais concretamente do ensino confessional e plural da religião, na escola pública do Estado.

Queria ainda recordar que a presença de símbolos religiosos na vida pública é ao mesmo tempo lembrança da transcendência do homem e garantia do seu respeito. Eles têm um valor particular, no caso do Brasil, em que a religião católica é parte integral da sua história. Como não pensar neste momento na imagem de Jesus Cristo com os braços estendidos sobre a baía da Guanabara que representa a hospitalidade e o amor com que o Brasil sempre soube abrir seus braços a homens e mulheres perseguidos e necessitados provenientes de todo o mundo? Foi nessa presença de Jesus na vida brasileira, que eles se integraram harmonicamente na sociedade, contribuindo ao enriquecimento da cultura, ao crescimento econômico e ao espírito de solidariedade e liberdade.

Amados Irmãos, confio à Mãe de Deus e nossa, invocada no Brasil sob o título de Nossa Senhora Aparecida, estes anseios da Igreja Católica na Terra de Santa Cruz e de todos os homens de boa vontade em defesa dos valores da vida humana e da sua transcendência, junto com as alegrias e esperanças, as tristezas e angústias dos homens e mulheres da província eclesiástica do Maranhão. A todos coloco sob a Sua materna proteção, e a vós e ao vosso povo concedo a minha Benção Apostólica.

[01490-06.01] [Texto original: Português]
[B0655-XX.01]

sábado, 23 de outubro de 2010

Vocação, Medos e Armas



Nota: Escrevi e publiquei este artigo no Jornal Rio Bonito Católico da Paróquia de Nossa Senhora da Conceição - Rio Bonito/ Centro, no mês de Agosto de 2010.
CARVALHO, Fabiano. Vocação, Medos e Armas.Rio Bonito Católico, Rio Bonito, Agosto 2010.
 

Não muito cedo, em minha experiência vocacional com Deus, tive a plena certeza de que era necessário perder o medo para deixar as armas para traz e isso me deu condições de visibilidade no horizonte da vida, que nem sempre é límpido e retilíneo. Creio que, para o jovem de hoje, é necessário também deixar os medos e as armas para traz de modo a assumir maduramente a vocação.

Como seminarista, trabalhei num encontro de jovens cuja média etária era de 15 à 18, e uma pergunta foi feita numa dinâmica: “o que neste mundo lhe causa medo?”. A expectativa de resposta por parte dos organizadores era algo em torno dos assuntos mais expostos na mídia: assaltos, guerra, narcotráfico e problemas de ordem social. Qual não foi a surpresa dos organizadores ao se depararem com uma resposta de outra ordem e dimensão!

Pareceu unânime: os jovens tinham medos de ordem pessoal! Coisas como não ser bem sucedido, não saber o que fazer, não conseguir seguir uma carreira ou profissão. Tudo isso revelava um medo de ver seus projetos e planos frustrados por um mundo competitivo e desigual na área pessoal.

O resultado me fez refletir o porquê de um jovem daquela faixa etária estar tão amedrontado com as perspectivas de futuro se, teoricamente, tem todas as expectativas à sua frente, com todas as oportunidades e o vigor da própria juventude.

Mas o resultado abriu em mim outra reflexão que me fez entrar nos meus próprios medos! Por aquela época eu estava no terceiro ano de teologia e também tinha dois medos: o medo de ser padre e o medo de não ser padre. Muitas vezes os medos são tão grandes em nós que simplesmente não temos palavras para formulá-los e nem sempre conseguimos pensá-los.

O medo das responsabilidades do sacerdócio, a preocupação em ser fiel àquilo que queria assumir e de dar conta de todas as coisas relativas à vida do sacerdote já no seminário e o peso de ter que ser bom para ser sacerdote causava imenso medo. Mas essa moeda tem dois lados e o outro lado era exatamente o oposto, o medo de não ser padre, afinal eu já tinha dedicado muitos esforços, muito tempo e vários investimentos de muitas ordens. Tudo isso eram medos.

Vi que esses medos eram combatidos com armas que nem sempre eram corretas e até muitas vezes agressivas: vaidade para tentar parecer o melhor, atitudes irresponsáveis para fugir aos estereótipos, questionamentos extremamente críticos que geravam exigências exageradas comigo mesmo e com os outros. Paralisava-me pensar em ser ou não ser padre e passei umas semanas nesse beco sem saída tentando achar armas humanas para superá-lo. Cada vez que buscava armas, os medos aumentavam.

Então, diante de Jesus sacramentado encontrei uma resposta (não por mim, eu mesmo não seria capaz dela, mas uma inspiração): era necessário deixar os medos e as armas! No beco sem saída, a saída era o alto! A lógica era simples: Deus é onisciente, sabe todas as possibilidades: as de eu ser padre, as de eu não ser padre e de ser qualquer outra coisa na vida. Mas esse Deus que é conhecedor de todas as possibilidades é também o Deus que me ama, isto é, não quer meu mal, não quer minha morte. Sendo assim a saída para esse medo era não lutar mais com minhas armas, mas deixar que Deus decidisse por que o que ele fizesse seria bom para mim.

Aqui o abandono em Deus foi a atitude de segurança, porque Ele me chamou, Ele me acompanha e Ele me espera. Foi quando consegui sair do beco do medo e ver a minha história de vida e vi que minha vocação já tinha sido gravada nela e que cada etapa, cada momento costurava com muita delicadeza uma proposta de amor. Neste momento senti-me pisando num chão, seguro e forte, senti-me no chão de minha própria vida e então o meu sim era mais meu que das circunstâncias, mas meu que dos outros, mais meu que dos medos.

Só abandonando os medos e as armas pode-se olhar para o alto e descobrir Deus que sempre fez história na história particular de cada um. Com base nessas experiências pessoais com Deus é possível olhar a vida como o “lugar” onde Deus fala e, pisando com segurança e carinho nesta história de vida por Deus construída, pode-se dizer um sim de amor sincero e seguro, por que é Ele mesmo quem garante, no amor, nossas escolhas. Então a resposta à vocação é acertada e a possibilidade de felicidade é concretizada.

Pe. Fabiano de Carvalho

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Missão


Nota: Escrevi e publiquei este artigo no Jornal Rio Bonito Católico da Paróquia de Nossa Senhora da Conceição - Rio Bonito/ Centro, no mês de outubro de 2010.
CARVALHO, Fabiano. Vocação, Medos e Armas. Rio Bonito Católico, Rio Bonito, Outubro 2010.





“A Igreja é chamada a repensar profundamente e a relançar com fidelidade e audácia sua missão nas novas circunstâncias latino-americanas e mundiais. Ela não pode fechar-se frente àqueles que pretendem cobrir a variedade e a complexidade das situações com uma capa de ideologias gastas ou de agressões irresponsáveis. Trata-se de confirmar, renovar e revitalizar a novidade do Evangelho arraigada em nossa história, a partir de um encontro pessoal e comunitário com Jesus Cristo, que desperte discípulos e missionários.”
(Documento de Aparecida, 11)





Com estas palavras o Documento de Aparecida abre uma visão esclarecedora sobre a idéia de missão na Igreja de modo atualizado, sem perder, contudo, a centralidade do mandato missionário: “Ide pelo mundo e pregai o Evangelho a toda criatura, batizando-os em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo” (Mc 16,15).
Colocar Jesus novamente no centro da missão é uma tarefa importante para toda a Igreja que, ao mesmo tempo em que se torna urgente, figura como um impulso natural do coração que, tendo encontrado a alegria de ser cristão, deseja comunicar a todos esse mesmo dom.
A missão, portanto, enquanto é anúncio de uma experiência pessoal com Jesus Cristo tem como base a comunidade dos crentes, a oração e a eucaristia. Esses aspectos não devem ser de modo algum negligenciados na nossa espiritualidade paroquial. Essa é a abertura necessária frente ao mundo para dialogar ao mesmo tempo em que anuncia o mistério da Salvação em Cristo.
Transformar o anúncio do Evangelho em simples expressão de uma pseudo fraternidade universal descaracterizaria o próprio mandato de Cristo de modo que ocorreria uma cisão entre Reino de Cristo e o próprio Cristo o que acarretaria num empobrecimento do mandato missionário.
Essa dinamicidade do anúncio missionário da verdade de Cristo, sugere o Documento de Aparecida, é incrementada pelo método “ver, julgar e agir”: “Este método implica em contemplar a Deus com os olhos da fé através de sua Palavra revelada e o contato vivificador dos Sacramentos, a fim de que, na vida cotidiana, vejamos a realidade que nos circunda à luz  de sua providência e a julguemos segundo Jesus Cristo, Caminho, Verdade e Vida, e atuemos, a partir da Igreja, Corpo Místico de Cristo e Sacramento universal de salvação, na propagação do Reino de Deus, que semeia nesta terra e frutifica plenamente no Céu.” (Documento de Aparecida, 19)
Sem dúvida alguma, nossa história, mesmo que alguns tentem apagar, está marcada pela influência da Igreja. Neste aspecto, a sociedade em geral é devedora da ação missionária da Igreja. Contudo, esse âmbito histórico não deve nos deixar entorpecido, mas deve nos impulsionar a irmos além e continuar influenciando, contribuindo e corrigindo na sociedade as atitudes humanas.
Nossa missão, deste ponto de vista, se estende para outros âmbitos cuja contribuição moral podemos e devemos oferecer, uma vez que, sendo perita em humanidade, a Igreja deseja defender, como de fato defende, o ser humano em sua integridade, do nascimento à sua morte natural.
Pode-se facilmente perceber que nossa missão não alcança só uma “propaganda” sobre um personagem, mas uma mudança de atitude e uma conversão moral de toda a sociedade, começando pelo individuo.
Diante de todos esses elementos é necessário empreender uma nova reflexão para uma nova atitude missionária de modo a tornar tão efetivo quanto afetivo nosso empenho missionário que leve a bom termo nossos esforços pelo homem e, através dele, pela sociedade. 

terça-feira, 19 de outubro de 2010

Vídeos que corroboram nossa posição

Para facilitar a vida de nossos leitores colocamos a disposição os links para os vídeos do Padre Paulo Ricardo de Azevedo Júnior, D. Aldo Pagotto e D. Antonio Rossi Keller e outros sobre o tema em questão.
Reiteramos que não se trata de uma Campanha pró PSDB ou pró José Serra, mas uma campanha contra a cultura de morte e contra o "neo comunismo". O que está em questão  não é uma ideologia político partidária, mas a defesa da vida contra uma cultura estranha aos valores dos brasileiros.

Padre Paulo Ricardo em defesa da vida parte 1:
http://www.youtube.com/watch?v=bjUWtAQJ8YI

Padre Paulo Ricardo em defesa da vida parte 2:
http://www.youtube.com/watch?v=fnvmNt-azJM

D. Aldo Pagotto - Aborto é programa de Governo do PT
http://www.youtube.com/watch?v=H0vRZu4f7Vk

D. Antônio Rossi Keller - Nota Pastoral
http://www.youtube.com/watch?v=TsOD-0mWvwQ

Mãe do Brasil
http://www.youtube.com/watch?v=4cJZZzWysN4&feature=related

D. Luis Gonzaga Bergonzini:
http://www.youtube.com/watch?v=uw-mULyOg-s&feature=related

D. Benedito Beni  dos Santos - Apelo a todos os brasileiro
http://www.youtube.com/watch?v=Bkxxm1ALPLY&feature=related

Olavo de Carvalho "Onde a Ministra Dilma colocou o dinheiro":
http://www.youtube.com/watch?v=6mMRz8qOJNo&feature=related

Olavo de Carvalho 19/07/2010 (vejam também a sequência):
http://www.youtube.com/watch?v=VVXDwBErMZc

O PT está ligado às FARCS?
http://www.youtube.com/watch?v=QFZGvOjD7-M&feature=related

Joelmir Beting sobre Lula:
http://www.youtube.com/watch?v=BjWjmpEEtY4&NR=1&feature=fvwp

Mídia sem máscaras
http://www.midiasemmascara.org/mediawatch/noticiasfaltantes/foro-de-sao-paulo/11506-se-dilma-ganhar-ganham-as-farc.html
Católicos devem defender a vida!

sábado, 9 de outubro de 2010

SOBRE O PT E A CAMPANHA DE DILMA ROUSSEFF

1). Por que nos manifestamos sobre o panorama político nacional e as eleições?

a). Somos sujeitos presentes na sociedade e participamos dos destinos do nosso povo, quando nos pronunciamos, o fazemos em vista de exercer tal direito que é constitutivo de nossa missão;

b) É dever grave de todo cidadão defender os verdadeiros valores que contribuirão para um futuro bom, justo e sadio.

2). O programa do Governo Petista

a). Como sabemos o PT é um partido de ideais COMUNISTAS e tem tentado implementar (sorrateiramente?) esse ideário na política nacional;

b). O comunismo é uma ideologia política que resume-se no materialismo ateu;

c). Como a REVOLUÇÃO ARMADA, meio pelo qual se implantaria o comunismo, não funcionou e os países de matizes comunistas resultaram em governos totalitarista de cunho ditatorial, decidiu-se mudar as estratégias e implodir o capitalismo a partir de seus elementos internos (a liberdade de imprensa, a liberdade de propriedade e a liberdade religiosa – a moral judaico cristã). [Teorias de Antônio Gramsci(1891-1937)]

d). O PNDH-3 carrega em si esse ideal de modo mais ou menos claro quando trata os seguintes temas:

d.1). ABORTO: A descriminalização e a suposta “autonomia” das mulheres para decidirem sobre seus corpos;

d.2). MANIFESTAÇÕES PÚBLICAS DE FÉ: Exclusão de qualquer elemento de expressão pública de fé;

d.3). Incentiva a cultura de LIVRE ORIENTAÇÃO SEXUAL e identidade de gêneros. Promover a união entre pessoas do mesmo sexo obrigando às Igrejas a assistirem tais uniões. Visam à adoção de crianças por homoafetivos;

d.4). Fortalecer por mecanismos de lei a INVASÃO DE TERRAS (principalmente o MST). A abolição da propriedade privada com “novos anteparos jurídicos” para mediar conflitos de terra;

d.5). Incentivo à mídia pró comunista e a censura para os outros mass media de matizes divergentes criando a CONFECOM (Conferência Nacional de Comunicação). Chamou-se a isso de “controle de qualidade”. [Não concordo com o que falam, mas lutarei até o fim para que tenhas o direito de dizê-lo];

d.6). A quebra do sigilo bancário pela Polícia Federal;

d.7). O país caminha para a suspensão da liberdade civil.

3). A candidata do PT, Dilma Rousseff é a continuação dos projetos do PT

a). Não poderia deixar de ser deste modo, já que sua própria campanha o diz;

b). A história de Dilma Rousseff é marcada por crimes e terrorismo.

4). Caminhamos para um bloco comunista na América Latina?

Venezuela, Equador, Nicarágua, Bolívia, Paraguai, Argentina, El Salvador e Honduras sofrem com o socialismo do séc. XXI. Basta mencionar Hugo Chavez, Cristina Fernández de Kirchner, Manuel Zelaya entre outros.

5). Países que fizeram essa opção:

a). URSS: a ditadura de Stalim;

b). China de Mao Tsé-Tung e a situação atual;

c). O Nacional Socialismo de Hittler;

d). A Cuba de Fidel Castro.

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Dilma Não!

 Hoje pela manhã me surpreendi com um vídeo em que o Padre José Augusto (CN), se pronunciou de púlpito contra o PT, a candidata Dilma Rousseff e contra os ideais marxistas que querem se impor. No vídeo, denunciava várias coisas do projeto de Governo do PT – nada de novo até aqui. No discurso inflamado havia a denúncia da perseguição à liberdade de expressão e liberdade religiosa. Falava ainda do modo como o governo tem tratado o tema do aborto – ou seja como questão de saúde pública, o que é um absurdo pois se trata de uma questão ética e moral, matar com segurança não é lícito.

Nada disso é novidade para nós. Mas uma coisa é importante ressaltar: O PADRE DE FATO FOI PROFÉTICO!

Na manhã seguinte um dos “cabeças” da TV CN veio à público dizer que a o padre falava somente por si e não pela TV CN. Parece-me contudo, um absurdo! Será que a TV CN não entendeu que estamos vivendo uma questão além de um simples apoiar um partido? Estamos falando de coisas que vão além de uma simples campanha. Estamos tratando de coisas que tocam a integridade da religião e sua liberdade e a dignidade do ser humano desde o nascimento até a sua morte natural.

Bem é sabido que a Senhora Dilma Rousseff , candidata do PT nestas eleições, sempre se declarou pró aborto, contra a religião (afinal de contas ela é comunista! Alguém já viu comunista gostar de religião?) e que só agora se faz de rogada dizendo que nunca se declarou a favor de tais temas.

Vale ainda ressaltar que o PT tem uma possível e estranha, mas estreita ligação com as FARCs que até agora não foi explicada, sem contar com várias imagens de fácil acesso na internet como por exemplo a que mostra a captura da terrorista/assaltante de bancos Dilma Vana Rousseff Linhares. Estas informações são de fácil acesso na Internet.

Outro ponto de questionamento político está relativo ao PNDH3, os programas assistencialistas que não privilegiam o desenvolvimento da pessoa humana, mas que geram votos em comunidades mais pobres.

O que me espantou naquela situação do vídeo foi a atitude da TV CN que deixou o padre sozinho ao invés de ao menos apoiar a verdade. De fato, nós não nos envolvemos em política partidária, mas temos um compromisso com a Verdade, com Cristo e com a Igreja, que corre sério risco de ser tolhida em seus direitos.

Agora desejo deixar alguns questionamentos:

No debate que a própria emissora programou, a candidata do PV declarou a hipocrisia da sua opositora ao declarar-se contra o aborto. Será que não fica claro que alguém que apóia o PNDH3 é a favor do aborto?

“Minha família é católica”, declarou a candidata. Será que isso não é uma isca para pegar os votos dos católicos? Não devemos ter cuidado com os anzóis que existem escondidos atrás desta declaração?

Desde quando marxista apóia a vida, a liberdade de expressão, a liberdade de religião? Qual o governo marxista que não se tornou totalitarista?

Por que o julgamento de pedido para acessar processo contra Dilma Rousseff é interrompido?http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM1351216-7823-JULGAMENTO+DE+PEDIDO+PARA+ACESSAR+PROCESSO+CONTRA+DILMA+ROUSSEFF+E+INTERROMPIDO,00.html Será que alguém não quer que conheçamos o passado dela?

Pensemos bem e não desperdicemos nosso voto pois o que teremos é um tempo escuro pela frente, não só para a Igreja, que sobreviverá sempre a todos os tempos obscuros, mas para o povo brasileiro.

Não seja ingênuo!